Ouro Preto – o sobe e desce de ouro das Gerais
Impossível não viajar no tempo e na história no sobe-e-desce das ladeiras de Ouro Preto. Entre um atrativo e outro, tudo remete ao período colonial – são igrejas que exibem a genialidade de Aleijadinho; minas de ouro exploradas com o suor dos escravos; museus que contam a saga dos inconfidentes… O pano de fundo não poderia ser mais expressivo: as montanhas típicas das Gerais. Que linda é Minas Gerais, não tenho mais dúvidas!
Durante o dia, o programa é desvendar altares e imagens, garimpar peças nos antiquários e feiras de artesanato em pedra-sabão, bater perna pelas lojas e cafeterias da Rua Direita…(só não esqueça de usar sapatos bem confortáveis).
Super dica: Para circular pelo Centro, que tem ruas estreitas e de mão única, ande a pé – é a melhor maneira para apreciar as construções históricas, as igrejas, o casario típico, as vielas, as flores nas sacadas e as lojas de artesanato. Não circule pelo centro histórico de carro, é quase que um ‘suicídio’… (experiência própria). Pare seu carro nos estacionamentos rotativos da praça principal e divirta-se nas ladeiras da cidade, é mais seguro!
Quanto à culinária, hummm… é uma delicia! Em Ouro Preto, grande parte dos restaurantes serve pratos típicos, como o frango ao molho pardo acompanhado de arroz branquinho, angu e couve, o feijão-tropeiro e o frango com quiabo. Guarde lugar para a sobremesa – doces de frutas e de leite, sempre servidos com queijo Minas.
A noite é bem animada nos finais de semana, por conta dos calouros/veteranos da Universidade Federal de Ouro Preto que tem mais de cinco mil alunos. O agito acontece nos bares espalhados pela Rua Conde de Bobadela, mais conhecida como Rua Direita; nas festas promovidas pelas repúblicas (são muitas republicas, eu mesma perdi a conta); e no Clube do Centro Acadêmico da Escola de Minas (CAEM), com pista de dança e shows.
Mas não se preocupe, porque para fugir do burburinho, as opções são embarcar na antiga maria-fumaça que leva à vizinha Mariana (primeira capital mineira); ou seguir para o Pico do Itacolomi, protegido em um parque estadual com 75 quilômetros quadrados repletos de mirantes naturais.
Voltamos de Ouro Preto com muita estória e história pra contar. Fica aqui a nossa dica para você que quer um lugar agradável, com pessoas simpáticas e atenciosas para atender. Um lugar onde reúne boa comida e cultura ao mesmo tempo. É verdadeiramente uma boa opção!







